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MÚSICA

ONIRA: SONHAR A TEMPESTADE

ONIRA: SONHAR A TEMPESTADE

23.07.24, terça às 20h

Cancioneiro eletrô(níri)co, macumbeat, spoken poetry, sonoridades imersivas. Encontro de rios, correntezas poéticas, cachoeiras sonoras, afluentes que se juntam conectando a ancestralidade ao futuro, fecundando outro presente.


ONIRA submerge a atmosfera complexa dos sonhos, sua nitidez fugidia, o que eles podem alimentar, do que se nutrem, em que passados se fundam e para quais futuros se projetam. As apresentações são “hipnóticas e de uma mansidão selvagem como tudo que se conecta com raízes antigas que a colonialidade é incapaz de asfaltar “


 A voz em loop cria camadas que se juntam a beats, sintetizadores e samples tocados e processados em tempo real, em composições autorais que se tecem como em um grande sonho, celebrando a existência negra sexual dissidente em seus fundamentos de água, afeto, axé e sonho. Ambiências sinestésicas, paisagens sonoras, narrativas que remetem a universos oníricos e espirituais. Experiências que exploram a ruptura de fronteira entre linguagens e fluem livremente em seu caminho para que cada apresentação se torne única.


Nesta apresentação concebida especialmente para o Centro da Terra, tatiana nascimento (voz/loops) e Jovem Palerosi (eletrônicos/guitarra) se unem a Lea Arafah (contrabaixo acústico), Daisy Serena (vídeo) e Bruna Isumavut (luz) em um encontro que reverencia o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana homenageando as existências negras trans, travestis e nao-binárias e as referências à dissidência sexual e/ou deserção de gênero trazidas no panteão por Orixás como Otim, Iansã, Oxumaré, Oxum, Oxossi, Ossaim.


ONIRA nasceu no segundo semestre de 2023, quando a escritora, cantora e compositora brasiliense tatiana nascimento passou a morar em São Paulo e começou a colaborar com o músico, produtor musical e realizador multimídia Jovem Palerosi. A proposta de juntar elementos eletrônicos com poesia e voz processada ganhou sua primeira performance no evento Brecha na Associação Cecília e os artistas decidiram então criar um projeto para seguir com esta colaboração. Desde então já se apresentaram também em eventos como a FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty, FLIPEI - Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, Festival Hipertexto na Casa das Rosas, Feira de Livros da UNESP, Festival Black Continuum, Porão da Casa de Francisca, Bananal, Porta e diversos outros espaços culturais independentes da capital.


Tatiana nascimento - voz e loop

Jovem Palerosi - eletrônicos e guitarra

Lea Arafah - baixo acústico

Bruna Isumavut - luz

MÚSICA

GRISA + JOÃO VIEGAS: DES CHIMÈRES 16.07.24, terça às 20h

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A MÚSICA NATUREZA DE LÉA FREIRE 17.07.24, quarta às 20h

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A FLOR DO BURITI 24.07.24, quarta às 18h e 20h15

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DANÇA

LETÍCIA SCALISE: VOCÊ AINDA QUER LUTAR COMIGO? 25 e 26.07.24, quinta e sexta às 20h

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MÚSICA DE MONTAGEM: O GRITO DO ESCURO 30.07.24, terça às 20h

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AS LINHAS DA MINHA MÃO 31.07.24, quarta às 18h e 20h

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O ESTRANHO 07.08.24, quarta às 18h e 20h

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